(roubado à mamã!)
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Glastonbury dream
"Abrem-se os olhos em Glastonbury e vive-se um sonho acordado. A invasão de cores e de pessoas diferentes das que vemos na rotina diária, acompanhadas pela música, pela poesia, pelo teatro e pelo circo fazem-nos viver cinco dias de ilusão, que é a mais pura realidade. A energia das pessoas que encontrei no maior festival do mundo a céu aberto é inesgotável. Há quem use truques. Quase todos referem apenas os limites do calendário. "São cinco dias num ano, isto é Glasto". Viver Glastonbury é viver uma fantasia. E vive-a gente de todas as idades. O festival é numa quinta e ali a excentricidade mistura-se com a imponência da natureza. Vêm-se beijos, abraços, amigos, homens que já foram meninos, mas que não deixaram o "rock and roll" de lado. Pintam-se as caras, sujam-se e rebola-se pelas encostas da colina. Glastonbury é alegria. Este ano fez-se a dança do sol e não da chuva. Este ano viram-se as estrelas. Glastonbury são 900 hectares de euforia, de paixão e de cor. Glastonbury é um sonho."
in P3
Já faltou mais para pudermos sonhar contigo:)
terça-feira, 9 de julho de 2013
Quando eu morrer
Vou ser daquelas que as pessoas vão estar na capelinha da minha terra a dizer, coitadinha nunca teve sorte na vida! A minha avó tem muitas vezes este discurso. E isto porque:
1) seis meses antes de acabar o curso os estágios profissionais foram cancelados para os profissionais de saúde;
2) duas semanas antes de emigrar os estágios profissionais voltaram a ser permitidos aos profissionais de saúde;
E é isto.
Um dos meus amigos encarnou o Bruxo de Fafe na nossa festa de despedida. Vou já marcar uma consulta!
Atenção SBSR:
Por ainda haver tempo, por não gastarmos dinheiro nenhum em casa e por não nos termos conseguido despedir dos nossos amigos nortenhos ainda há a possibilidade de irmos ter contigo dia 20!
YES :)
Uma questão de estômago
Hoje voltei ao hospital e pelos vistos voltarei ainda alguns dias até irmos embora. Desde que acabei o curso é o mais perto que tenho tido de trabalhar num sítio desses... Por mais dias que passem sem entrar num serviço de saúde português não há lá nada que mude. Auxiliares de braços cruzados, Enfermeiros à conversa e à risota nas salas de trabalho, Médicos que discutem com os doentes porque acham que lhe estão a fazer um favor. E as cunhas senhores, as cunhas. A avó do meu namorado sentiu-se mal porque estava à 3H à espera debaixo daquele calor e depois de 1H de viagem. Quando souberam que eu era Enfermeira ela entrou imediatamente a seguir. 10min antes quando éramos pessoas normais, faltavam 8 pessoas. Uma vez podre, sempre podre meu Portugal porque quem te faz são as pessoas. O meu estômago não dá para isto!
Pontapés na sorte
O bom das festas de despedida é conseguir juntar amigos que é tão difícil ver naqueles fins de semana que vimos a casa a correr. Encontrei a A. e o seu bebe lindo neste sábado e apesar de não dar para dar atenção a toda a gente como queríamos (deve ser isto que sentem os noivos) consegui conversar um bocadinho com ela. Sempre foi a mais diferente de todas as minhas amigas, daquelas pessoas que aos 15 anos já tem 30. Sabia perfeitamente que ia casar e ter filhos cedo, e assim foi. Em dois anos casou e já tem um menino lindo com quase 9 meses. Além disso comprou casa que estão a reconstruir e pela primeira vez disse-me que se fosse hoje fazia tudo diferente. Espantou-me porque nunca achei que fosse pensar assim mas as dificuldades tocam a todos e apesar da boa vida que se tem se não tivesse dado passos maiores que a perna ainda podia ser melhor. Não a vi triste mas talvez um bocado cansada, com esta idade. Fiquei mais serena com as minhas decisões. Não que não estivesse, não acho que tenha arriscado demais, nem sozinha nem na nossa relação até hoje, nem no que ambicionamos no futuro. Mas mesmo neste passo que vamos dar agora fiquei ainda com mais certeza de que estamos a fazer as coisas na ordem certa. Primeiro por nós e para nós, para que um futuro se possa construir à frente dos nossos olhos. Agora já só quero é que ele chegue, vamos lá marcar essa viagem e dar um pontapé na sorte.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Barbie vai ao Mcdonald's
Sempre detestei barbies, primeiro porque eram irreais, depois porque são inúteis e também porque eram caríssimas. Ainda me posso orgulhar de ter brincado na rua com tudo o que isso implica e de ter tido uns 10 anos do mais simples e ao mesmo tempo do melhor que podia. Nunca me interessei muito por bonecos, principalmente por causa delas. Na minha época houve um boom destas fofas que não me diziam nada e ainda bem, não acho que me pudessem acrescentar grande coisa de bom, ainda hoje em dia continuo a pensar assim apesar de conhecer n pessoas que as adoravam. Descobri no Pais de Quatro que o Nickolay Lamm decidiu fazer uma barbie "normal" e até fiquei surpreendida! Okok, são à imagem de uma jovem norte-americana que não tem uma grande alimentação mas ao menos não são modelos esqueléticas a lembrar aquelas que comem algodão embebido em sumo! Acho muito mais graça a esta versão com bumbum que lembra às miúdas que comer não é pecado! Mais aqui.
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